# TRINTA vs continuar como está

> Saber dos concursos pelos clientes, por um colega, pela entidade que já o conhece. Uma comparação honesta com o hábito que a maioria das empresas tem, incluindo quando ele chega.

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O verdadeiro concorrente de qualquer plataforma de concursos é não comprar nenhuma, e não é uma escolha estúpida: se as entidades já o convidam, os procedimentos chegam-lhe e o custo é zero. O que o hábito não faz é mostrar-lhe o mercado onde ainda não está. Fica a saber dos procedimentos que alguém lhe conta, que são aqueles onde já é conhecido, e nunca do contrato ao lado que foi para um concorrente porque não soube que existia. A TRINTA troca o passa-palavra pela leitura diária do registo oficial, e só vale a pena quando o mercado que não vê é maior do que aquele que vê.

## O que o hábito atual faz bem

- É grátis e já está a funcionar.
- Traz-lhe exatamente as oportunidades onde já é conhecido, que são as que tem mais probabilidade de ganhar.
- As relações fazem trabalho a sério: uma entidade que lhe telefona é uma entidade que quer que concorra.
- Não exige adesão, nem formação, nem mais uma ferramenta para alguém ignorar.

## Onde fica curta

- Só sabe dos procedimentos que alguém lhe conta, por isso o mercado visível tem o tamanho da sua rede, não do seu mercado endereçável.
- Os acordos-quadro e os contratos que renovam por ciclo voltam ao mercado quer esteja a olhar quer não, e quem tem o contrato é o único que sabe a data.
- Os procedimentos de menor valor, onde a concorrência é mais fina, são precisamente aqueles que ninguém se lembra de mencionar.
- Os mercados vizinhos ficam invisíveis: o mesmo produto vendido em Espanha ou em Angola compra-se num portal que nunca abriu.
- Quando sai o colega que conhecia toda a gente, o funil sai com ele, porque nunca esteve escrito em lado nenhum.

## Lado a lado

| Dimensão | A alternativa | TRINTA |
|---|---|---|
| O que vê | Os concursos que alguém lhe traz | Tudo o que se publica, classificado face ao seu catálogo |
| Custo | Nada, em dinheiro | Desde €2,000 por mês |
| Mercados novos | Só onde já tem relações | 153+ países, mesmo onde ainda ninguém o conhece |
| Renovações | Sabe quando sabe | Acordos-quadro a chegar ao fim, seguidos à medida que se aproximam |
| Se sair uma pessoa | O funil sai com ela | Perfil, histórico e decisões ficam na empresa |

## Continue como está quando

- A sua receita pública vem de duas ou três entidades que lhe telefonam, e não quer mais do que isso.
- Está no limite da capacidade: ganhar mais um contrato este ano custaria a qualidade dos que já tem.
- Vende através de distribuidores que concorrem em nome próprio, e os concursos são genuinamente o negócio deles.

## Perguntas frequentes

**Como sei se estou a perder concursos?**

Vá ao BASE, veja os contratos celebrados no seu setor nos últimos doze meses e conte quantos nunca lhe passaram pela frente. É gratuito e demora uma tarde. Esse número é a resposta, e para a maioria das empresas que faz o exercício o número é desconfortável. Se der zero, o seu método atual está a funcionar e não precisa de software nenhum.

**Vale a pena para uma empresa pequena?**

Depende do tamanho do contrato, não do tamanho da empresa. Se um contrato público vale vários meses de faturação para si, uma vitória paga anos de monitorização e a conta é fácil. Se no seu setor os contratos públicos são pequenos e raros, a resposta honesta é que um alerta gratuito e o hábito de ver o Diário da República chegam.

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