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canonical: https://trinta.ai/concursos-publicos-internacionais
language: pt-PT
updated: 2026-10-16
publisher: "TRINTA"
publisher_url: https://trinta.ai
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# Exportar com concursos públicos internacionais

> Para a empresa portuguesa que quer vender a Estados de outros países: as quatro portas de entrada, os financiadores internacionais, onde há menos concorrência na Europa, os mercados lusófonos e o que a TRINTA faz por quem exporta.

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A TRINTA tem 1.627 plataformas oficiais mapeadas em 170+ países, e 1.360+ fontes oficiais lidas todos os dias. Cada concurso é pontuado de 0 a 100 face ao catálogo da empresa, e a análise chega em português.

## O quadro de partidas: oito destinos

- **Espanha**: Mercado único; 13 fontes mapeadas; anúncios em espanhol.
- **França**: Mercado único; 27 fontes mapeadas; anúncios em francês.
- **Reino Unido**: Acordo da OMC; 17 fontes mapeadas; anúncios em inglês.
- **Colômbia**: Acordo com a UE; 10 fontes mapeadas; anúncios em espanhol.
- **Angola**: Sem acordo; 9 fontes mapeadas; anúncios em português.
- **Moçambique**: Sem acordo; 6 fontes mapeadas; anúncios em português.
- **Cabo Verde**: Sem acordo; 12 fontes mapeadas; anúncios em português.
- **Emirados Árabes Unidos**: Sem acordo; 14 fontes mapeadas; anúncios em árabe e inglês.

## As quatro portas de entrada (125 países com dossiê, além de Portugal)

- **Mercado único, 20 países**: Espanha, França, Alemanha e mais 17 da UE e do EEE. Concorre nas mesmas condições de uma empresa de lá.
- **Acordo da OMC, 11 países**: Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Japão e mais 7. Abre o que cada país listou nos anexos do acordo.
- **Acordo com a UE, 19 países**: México, Chile, Colômbia, Peru e mais 15. Abre o que o acordo lista, menos do que o mercado único.
- **Sem acordo, 75 países**: Angola, Moçambique, Emirados Árabes Unidos e mais 72. Decide a lei do país, e o caderno de encargos pode exigir registo ou agente local.

País a país, com o acordo nomeado (em inglês): https://trinta.ai/how-to-bid-in

## A porta que não depende do país: os financiadores

Os projetos financiados pelo Banco Mundial, pelos bancos regionais de desenvolvimento e pelas agências da ONU compram pelas regras do financiador, e não pelas do país onde o contrato é executado. A TRINTA lê os nove canais todos os dias, ao lado dos portais nacionais.

- UNGM, Nações Unidas
- Banco Mundial
- PNUD
- Banco Africano de Desenvolvimento
- Banco Asiático de Desenvolvimento
- BERD
- Banco Islâmico de Desenvolvimento
- Banco Interamericano de Desenvolvimento
- Banco Asiático de Investimento em Infraestruturas

## Não precisa de estar lá. Precisa de quem lá está.

Muitos concursos lá fora pedem presença local: quem instale, quem mantenha, quem responda no país. Com um parceiro local ou em agrupamento, uma empresa portuguesa concorre sem abrir uma filial.

- **O concurso pede um parceiro local**: A TRINTA assinala os concursos que exigem parceiro no país e os mercados onde a sua empresa ainda não tem ninguém.
- **A TRINTA encontra quem lá está**: Pesquisa empresas locais do seu setor, com contactos, verifica o site de cada uma e deixa de fora os concorrentes.
- **Concorre com o parceiro certo**: O estado de cada conversa, até o parceiro entrar na proposta. As parcerias que ganham ficam para o mercado seguinte.

A bolsa de parceiros é só da sua empresa e vem incluída a partir do âmbito Pipeline. O módulo Parceiros: https://trinta.ai/product/partners

## Onde há menos concorrência na Europa

De janeiro a julho de 2026, 35,9% dos 571.148 lotes adjudicados no Jornal Oficial da UE receberam uma única proposta. Quota de proposta única por país (as cinco mais altas, Portugal e as três mais baixas, entre os países com pelo menos mil lotes):

- **Polónia**: 57,5% (75.144 lotes)
- **Grécia**: 55,9% (5.177 lotes)
- **Eslovénia**: 46,9% (10.784 lotes)
- **Bulgária**: 46,7% (13.222 lotes)
- **Chéquia**: 44,6% (26.095 lotes)
- **Portugal**: 41,3% (7.093 lotes)
- **França**: 18,8% (26.902 lotes)
- **Finlândia**: 17,2% (3.904 lotes)
- **Suíça**: 12,2% (3.127 lotes)

Uma quota alta quer dizer pouca oferta instalada, não um mercado fácil de entrar: não diz nada sobre registo, elegibilidade ou entrega local.

Setor a setor, em 26 países (em inglês): https://trinta.ai/where-to-bid

## Os mercados onde as peças já vêm em português

- **Angola**: 9 fontes mapeadas, 5 lidas todos os dias por um conector dedicado. A morada nacional: Portal de Compras Públicas (SNCPE). https://trinta.ai/concursos-publicos/angola
- **Moçambique**: 6 fontes mapeadas, 6 lidas todos os dias por um conector dedicado. A morada nacional: Portal de Contratação Pública (UFSA). https://trinta.ai/concursos-publicos/mocambique
- **Cabo Verde**: 12 fontes mapeadas, 7 lidas todos os dias por um conector dedicado. A morada nacional: eCompras. https://trinta.ai/concursos-publicos/cabo-verde
- **São Tomé e Príncipe**: 6 fontes mapeadas, 3 lidas todos os dias por um conector dedicado. A morada nacional: COSSIL, Portal de Contratos Públicos. https://trinta.ai/concursos-publicos/sao-tome-e-principe
- **Brasil**: 31 fontes mapeadas, 13 lidas todos os dias por um conector dedicado. A morada nacional: PNCP, Portal Nacional de Contratações Públicas. https://trinta.ai/licitacoes-brasil

## O que a TRINTA faz por quem exporta

- **O radar, Os mercados onde quer vender, lidos todos os dias**: As fontes oficiais de cada país entram no perfil da sua empresa: o portal nacional, as empresas públicas que publicam por conta própria e os financiadores. Abrir um mercado novo é uma linha no perfil, não mais um portal para abrir todas as manhãs.
- **A língua, O anúncio em francês, a análise em português**: Cada concurso é lido na língua em que foi publicado e pontuado de 0 a 100 face ao catálogo da sua empresa. O resumo, a adequação e o raciocínio chegam-lhe em português.
- **O dossiê, O caderno de encargos lido antes de decidir**: Onde o portal publica as peças, a TRINTA lê-as na íntegra: prazo, critérios, cauções e certificações exigidas, fixados no topo do dossiê. Sabe o que o comprador pede antes de gastar uma semana a traduzir.
- **Os sinais, Meses antes de o concurso abrir**: Onde as fontes os publicam, os anúncios de pré-informação e os contratos a chegar ao fim avisam com meses de antecedência: tempo para encontrar o parceiro e preparar a proposta antes de o prazo começar a contar.
- **Os resultados, Quem ganha lá fora, e a que preço**: Onde o registo publica as adjudicações, a TRINTA mostra quem ganhou, por quanto e com que frequência. Decide se vale a pena entrar antes de preparar a primeira proposta.

## Perguntas frequentes

**Uma empresa portuguesa pode concorrer a concursos públicos noutros países?**

Pode, mas a porta depende do país. Nos outros países da UE e do EEE concorre nas mesmas condições de uma empresa local. Nos países que aderiram ao Acordo sobre Contratos Públicos da OMC, como o Reino Unido, os Estados Unidos ou o Japão, tem direito a concorrer ao que cada um listou nos anexos. Os acordos da UE com o México, o Chile, a Colômbia e outros abrem o que o respetivo capítulo lista. Nos restantes, decidem a lei nacional e o caderno de encargos, que podem exigir registo, agente ou parceiro local: dos 125 países com dossiê neste site além de Portugal, 75 estão neste caso. Os projetos financiados por bancos de desenvolvimento e agências da ONU seguem as regras do financiador, e são muitas vezes a porta de entrada nesses mercados.

**Onde são publicados os concursos públicos internacionais?**

Não há um sítio único. Na União Europeia, os concursos acima dos limiares europeus saem no TED, o Jornal Oficial da UE, e os restantes nos portais de cada país. Fora da UE, cada Estado tem o seu portal nacional, e ao lado publicam empresas públicas, ministérios e hospitais nos próprios sites. Os projetos financiados por bancos de desenvolvimento e agências da ONU publicam nos canais do financiador, como o UNGM e o portal do Banco Mundial. A TRINTA tem 1.627 plataformas oficiais mapeadas em 170+ países.

**Preciso de ter uma empresa ou um parceiro no país?**

No mercado único, não: uma empresa estabelecida em Portugal concorre em Espanha ou em França como uma empresa de lá. Fora dele, depende da lei do país e das peças de cada concurso, que podem pedir registo local, um agente ou uma parte de conteúdo local, e muitas vezes a forma de entrar é um parceiro local ou um agrupamento. O módulo de parceiros da TRINTA assinala os concursos que exigem parceiro no país; onde a sua empresa ainda não conhece ninguém, pesquisa empresas locais do seu setor, com contactos, confirma que cada site responde e deixa de fora os seus concorrentes; e acompanha cada conversa até o parceiro entrar na proposta.

**Em que língua vêm os concursos, e em que língua recebo a análise?**

Os anúncios e as peças vêm na língua do país que os publica: espanhol, francês, árabe, inglês e muitas outras. A TRINTA lê cada concurso na língua original e entrega-lhe o resumo, a pontuação de adequação e o raciocínio em português. A proposta, essa, continua a ser escrita na língua que o caderno de encargos exige.

**Como se concorre a concursos financiados pelo Banco Mundial ou pela ONU?**

Os projetos financiados por bancos de desenvolvimento e agências da ONU compram pelas regras do financiador, que vêm escritas nos documentos de cada concurso, e não pelas regras do país onde o contrato é executado. Os anúncios saem nos canais de cada instituição. A TRINTA lê nove desses canais todos os dias: o UNGM das Nações Unidas, o Banco Mundial, o PNUD, o Banco Africano de Desenvolvimento, o Banco Asiático de Desenvolvimento, o BERD, o Banco Islâmico de Desenvolvimento, o Banco Interamericano de Desenvolvimento e o Banco Asiático de Investimento em Infraestruturas.

**Onde há menos concorrência nos concursos públicos europeus?**

De janeiro a julho de 2026, 35,9% dos lotes adjudicados no Jornal Oficial da UE receberam uma única proposta. Entre os países com pelo menos mil lotes, as quotas mais altas foram estas: Polónia (57,5%), Grécia (55,9%) e Eslovénia (46,9%). As mais baixas: França (18,8%), Finlândia (17,2%) e Suíça (12,2%). Portugal ficou nos 41,3%. Uma quota alta quer dizer pouca oferta instalada, não um mercado fácil de entrar.

**Quanto custa acompanhar concursos internacionais com a TRINTA?**

Acompanhar mercados fora de Portugal começa no âmbito Pipeline: 4.000 € por mês (48.000 € por ano), com um pacote de região, a camada europeia do TED, os sinais e a rede de parceiros. O Radar, a partir de 2.000 € por mês, cobre um só mercado, o da sua empresa. O piloto de 30 dias é pago e totalmente creditado se avançar.

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