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TRINTA vs o BASE e o Diário da República

O BASE e o Diário da República são a fonte, e são gratuitos: qualquer empresa pode lê-los sem pagar nada a ninguém, e para muitas isso basta. O que custa não é o acesso, é a leitura diária: os anúncios saem no Diário da República incluindo fins de semana, os prazos correm em dias que passam depressa, e ler tudo o que se publica para encontrar o que interessa é trabalho que ninguém tem. A TRINTA não vende acesso a informação pública, vende a leitura: as fontes lidas todos os dias, cada anúncio classificado face ao que a empresa vende, as peças recolhidas e o prazo à vista.

O que as fontes oficiais fazem bem

  • São gratuitas, oficiais e completas. Nenhum intermediário tem informação melhor.
  • O Diário da República publica no próprio dia, e é lá que o anúncio nasce.
  • O BASE regista os contratos celebrados, o que permite estudar quem compra o quê e a quem.
  • Não dependem de fornecedor nenhum: estão lá no ano que vem, aconteça o que acontecer ao mercado de software.

Onde fica curta

  • Exigem leitura diária, e a leitura é quase toda rejeição: a esmagadora maioria do que se publica não serve a nenhuma empresa em concreto.
  • Não há classificação nem ordenação por relevância: a triagem é o leitor.
  • As peças do procedimento vivem nas plataformas das entidades, não na fonte que lhe deu o anúncio.
  • Na prática a rotina desfaz-se ao fim de umas semanas, e é aí que os concursos começam a passar.
  • Fora de Portugal, cada país tem as suas fontes e o trabalho multiplica-se.

Lado a lado

DimensãoA alternativaTRINTA
CustoZeroDesde €2,000 por mês para um mercado principal
Quem faz a leituraA sua equipa, todos os diasO radar, e a equipa lê uma lista curta já classificada
RelevânciaDecide quem lê0 a 100 face ao catálogo, com o raciocínio à vista
Peças do procedimentoIr buscá-las à plataforma da entidadeRecolhidas e anexadas ao anúncio
Outros mercadosRepetir o trabalho, fonte a fonte1010+ fontes oficiais no mesmo perfil

Fique pelas fontes oficiais quando

  • Tem alguém com tempo garantido para ler o Diário da República todos os dias, e essa pessoa não vai mudar de funções.
  • Concorre a poucos procedimentos por ano, sempre das mesmas entidades e sempre nas mesmas categorias.
  • Está a começar: leia à mão durante um mês antes de comprar seja o que for. Aprende mais sobre o seu mercado do que qualquer demonstração lhe mostra.

Perguntas frequentes

Posso encontrar concursos públicos de graça?

Sim, e completamente. O Diário da República publica os anúncios, o BASE regista os contratos e as plataformas licenciadas mostram os procedimentos das suas entidades, tudo sem pagar nada. O que custa é o tempo: ler todas as fontes todos os dias, incluindo os dias em que não apetece, e é isso que se compra num radar, não o acesso à informação.

Então porque é que as empresas perdem concursos que estavam publicados?

Porque descobrem tarde. A mediana do prazo para apresentar propostas em Portugal anda pelos catorze dias e uma parte relevante dos anúncios dá dez dias ou menos, segundo os números que publicamos no Barómetro. Quem confirma as fontes uma vez por semana encontra metade dos procedimentos com o prazo já quase gasto, e as visitas obrigatórias ao local já passaram.

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