TRINTA vs a plataforma eletrónica onde já submete
São coisas diferentes e a confusão é compreensível: a plataforma eletrónica é onde se submete a proposta, a TRINTA é onde se descobre que o procedimento existe. Em Portugal há várias plataformas licenciadas pelo IMPIC, e cada entidade adjudicante escolhe a sua, por isso quem acompanha uma vê os procedimentos das entidades que a usam e não vê os das outras. A plataforma também não lê o Diário da República nem os concursos dos mercados vizinhos. A TRINTA lê todas as fontes todos os dias e classifica cada anúncio face ao que a empresa vende; a submissão continua a fazer-se na plataforma da entidade.
O que a plataforma eletrónica faz bem
- É onde a proposta se submete de facto, com validação, assinatura e comprovativo. Isso é insubstituível.
- Notifica os procedimentos das entidades que a usam, incluindo esclarecimentos e prorrogações.
- Guarda o histórico das suas submissões e os documentos que já lá colocou.
- Está incluída no processo: não é um custo adicional a justificar a ninguém.
Onde fica curta
- Mostra os procedimentos das entidades que usam aquela plataforma. Portugal tem várias licenciadas, e as entidades repartem-se por elas.
- Não lê o Diário da República, onde os anúncios são publicados, nem o BASE.
- Não classifica nada: recebe tudo o que corresponde às categorias que escolheu, sem ordem de relevância.
- Acaba na fronteira: os concursos de Espanha, de Angola ou do Golfo não aparecem lá.
- Nada regista o que aconteceu a seguir, por isso não há histórico de decisões para discutir na renovação.
Lado a lado
| Dimensão | A alternativa | TRINTA |
|---|---|---|
| Para que serve | Submeter a proposta | Descobrir e triar o que vale a pena submeter |
| Cobertura | As entidades que usam aquela plataforma | As sete fontes portuguesas mais o Diário da República, todos os dias |
| Triagem | Categorias que escolheu, sem ordenação | Cada anúncio de 0 a 100 face ao catálogo, com o raciocínio à vista |
| Fora de Portugal | Nada | 153+ países no mesmo perfil |
| Documentos | Estão lá, para descarregar quando já sabe do procedimento | Recolhidos e anexados ao anúncio antes de decidir |
Fique só pela plataforma quando
- Vende a duas ou três entidades que usam todas a mesma plataforma e não quer crescer para lá disso.
- O seu volume público é pequeno e previsível, e as notificações da plataforma chegam-lhe a tempo.
- Ainda não decidiu se os concursos públicos são um canal para si. Experimente primeiro à mão, com o BASE e o Diário da República.
Perguntas frequentes
A TRINTA substitui a Vortal ou a acinGov?
Não, e não deve. As plataformas licenciadas são onde a proposta é submetida, com validação e comprovativo, e isso continua a fazer-se lá. A TRINTA é a camada anterior: lê as fontes todas todos os dias, classifica cada anúncio face ao que a empresa vende e entrega as peças do procedimento. Uma empresa séria acaba com as duas coisas, porque resolvem problemas diferentes.
Quantas plataformas existem em Portugal?
Há várias plataformas licenciadas pelo IMPIC, e cada entidade adjudicante escolhe a que usa, além do Diário da República onde os anúncios são publicados e do BASE onde os contratos ficam registados. É por isso que acompanhar uma plataforma mostra uma parte do mercado: a parte das entidades que a escolheram. O mapa completo das fontes portuguesas está em trinta.ai/concursos-publicos-portugal.
Ver o que o radar encontra para a sua empresa
A demonstração é preparada sobre o catálogo da sua empresa, com anúncios reais dos seus mercados, antes da chamada.