Defesa e segurança
A defesa e a segurança compram muito mais do que armamento: fardamento, protecção individual, veículos, comunicações, formação, manutenção. Grande parte disso é comprada por procedimentos normais, abertos a fornecedores civis que muitas vezes nem sabem que este comprador existe.
O vocabulário que o carrega
35000000-4Equipamento de segurança, combate a incêndios, polícia e defesa75000000-6Serviços relacionados com a administração pública, a defesa e a segurança social266 códigos CPV oficiais caem nestas 2 divisões.
Como são estes anúncios
Um anúncio deste setor pede quase sempre certificação e homologação antes de pedir preço, e os requisitos de qualidade são mais duros do que a média. Em contrapartida, o comprador repete: quem entra num contrato-quadro de fardamento ou de protecção individual costuma reencontrar o mesmo comprador no ciclo seguinte.
Quanta disputa tem, medido em Portugal
Portugal publica o registo completo dos contratos em dados abertos, por isso aqui a concorrência conta-se em vez de se estimar. São números portugueses de janeiro a julho de 2026, e apenas de concursos públicos com lista de concorrentes reportada: o ajuste direto fica de fora, porque aí a entidade escolhe quem apresenta proposta e uma proposta só é o desenho do procedimento. Método e fontes no Barómetro. /barometro
O que se compra mesmo, código a código
Os códigos com mais contratos assinados dentro deste setor em Portugal, janeiro a julho de 2026, contados no registo aberto e em todos os tipos de procedimento. Cada linha é o código mais fundo com dados: uma divisão inteira levaria a lista toda, porque lhe conta tudo o que tem por baixo.
Como a TRINTA cobre o setor
O radar é montado por cliente: parte do catálogo real da empresa, constrói um perfil de palavras-chave multilingue e pontua cada anúncio de 0 a 100 pela adequação, com o raciocínio à vista. Não é um alerta por código, porque um alerta por código falha o procedimento arquivado no ramo do lado, e é isso que acontece com mais frequência do que se pensa.
Perguntas frequentes
Que códigos CPV cobrem a defesa e a segurança?
A divisão 35, equipamento de segurança, combate a incêndios, polícia e defesa, é a principal, e cobre desde protecção individual a veículos e sistemas. A 75 traz os serviços de administração pública, defesa e segurança social, onde entram os serviços contratados por estas entidades. Muito do que estas divisões carregam não tem nada de militar no sentido corrente.
Um fornecedor civil pode concorrer a concursos de defesa?
Na maior parte dos procedimentos, sim. Fardamento, protecção individual, alimentação, manutenção de instalações, veículos ligeiros e comunicações são comprados a fornecedores civis por procedimentos publicados normalmente. Os regimes especiais aplicam-se a material sensível, não a tudo o que um comprador militar compra, e as condições concretas leem-se nas peças de cada procedimento.
Veja o que o radar encontra no seu setor
A demonstração é preparada sobre o seu catálogo, com anúncios reais dos seus mercados, antes da chamada.